quarta-feira, 12 de novembro de 2008

REFORMA RELIGIOSA E A CONTRA-REFORMA

REFORMA RELIGIOSA

A reforma religiosa, pode-se dizer que foi um movimento ou até mesmo uma revolução religiosa. Onde o poder total da igreja foi questionado, desafiado. Será que tudo que era dito pela igreja era verdadeiro? Deveria ser seguido cegamente, sem perguntas?

Essa situação ocorreu durante o séc. XVI, onde novas religiões cristãs surgiram.

A religião dominante começa a sofrer divisões. Esse aparecimento de novas religiões abalou a supremacia política e espiritual da igreja católica e a autoridade do Papa. Por isso o termo Reforma. Foi uma verdadeira reforma no lado mais importante de uma sociedade: o religioso.

A “reforma” , ou seja, o surgimento de novas religiões, não passou despercebido para a igreja católica. A reação católica a reforma foi chamada de CONTRA-REFORMA. Afinal uma instituição soberana não se deixaria vencer tão fácil.!

Essas crises marcaram também a passagem do feudalismo para o capitalismo.

Quando o império romano acabou , a igreja assumiu o papel público na educação, justiça e economia. Com todas essas funções seria lógico que nem todos concordariam com a união :estado e igreja.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Humanismo e Renascimento


Para a mentaElidade medieval, a desigualdade proporcional era um bem e não uma injustiça, pois era baseada não no amor próprio, mas na humildade de reconhecer as carências individuais de cada um e a superioridade de outros. De maneira que a regra é a admiração às superioridades de cada um (pois cada pessoa representa em si algo da perfeição de Deus, e representa esta perfeição melhor do que qualquer outra). Em se admirando, algo daquilo a que se admira passa para quem admira, e assim sucessivamente, existe uma constante progressão social para o mais alto, para o mais belo, para o mais perfeito. A função da elite é, pois, a de elevar constantemente a sociedade e não, como querem os socialistas, oprimir e destrui

As Explorações Oceânicas


No século XV, os portugueses, depois os espanhóis, empreenderam grandes expedições na esperança de atingir por mar as regiões do Oriente: Índia, Insulíndia, China e Japão, em busca de riquezas. Seguindo o exemplo dos ibéricos, outras potências, principalmente a Inglaterra, França e Holanda, que tinham portos no Atlântico, realizaram, nos dois séculos seguintes, explorações marítimas. A Espanha iniciou as suas viagens a partir de 1942 por estar em luta contra os mouros. As demais nações começaram mais tarde devido aos conflitos europeus. Os principais fatores que contribuíram para as grandes viagens oceânicas foram:

  • a procura do caminho marítimo para as Índias.